A leitura de alguns dos textos ou de todos, oferecidos na bilbioteca do Rooda, certamente provocou reflexões e considerações, tanto do ponto de vista teórico como do ponto de vista da prática na escola.
Vamos socializar aqui essas reflexões? Para isso, coloquem as suas no espaço dessa página.
Coloquem a senha, cliquem em Edit page, escrevam suas considerações e depois salvem a página.
Cuidem para não apagar as considerações, eventualmente, já publicadas pelos seus colegas e não esqueçam de colocar seu nome e a data em que postaram!
Texto: Considerações em torno do ato de estudar
Comentários: Zinara Mistrello -15/05/2007
Escrever um livro é um verdadeiro ato de coragem..Expor o pensamento,defender uma opinião,fazer com que perceba com clareza o que possa existir de mais íntimo e profundo nas palavras que, representam um sentimento e sua interpretação, pertencentes, no momento da construção, unicamente ao escritor, é mágico,é divino!Alguém que reúne idéias,cata palavras,explora a retórica,constrói uma relação virtualmente dialógica,merece um papel de destaque em citações. Ao mesmo tempo daquele que consegue essa conexão se diferenciando, enquanto sujeito,do livro(objeto) deve igualmente ser glorificado. O fato é que, desde pequenos,salvo raríssimas exceções,somos estimulados pela memória e não pelo senso crítico. Justifica-se essa falha pelo real perigo que aquele que questiona representa para os que não tem interesse algum em debater um assunto que eles mesmos defendem mas não têm humildade de reconhecer erros ou não têm argumentos concretos para defendê-los.
Um bom escritor deve ocupar o pensamento de duas pessoas enquanto escreve. Será escritor e leitor para que consiga se fazer entender,bem como o leitor deverá ocupar esses lugares e mais um: o lugar do advogado de promotoria!
Texto:Cadê a certeza que estava aqui?
Comentários: Zinara Mistrello -15/05/2007
O texto traz à reflexão a questão da velocidade com que precisamos consumir,para que não estejamos à margem da sociedade. São tempos de verdades rápidas, de ídolos e sucessos bem pouco duradouros; de felicidades também breves.
A escola que não poderia ficar de fora disso,vive o seu momento “fast-food”:tudo pronto e rápido! E neste ágil jogo de idéias, informação e conhecimento são facilmente confundidos. Peça importante nesse imenso equívoco são as Universidades que a cada ano despejam inúmeros profissionais no mercado de trabalho, sem as condições mínimas de exercerem as funções para as quais estudaram. E são esses profissionais que estão por todos os lados da nossa vida fazendo esta imensa roda girar. Que todas essas idéias nos façam refletir sobre a importância do conhecimento na escola, espaço legítimo e verdadeiro para construção dos nossos saberes !
Texto: A escola do futuro- Um novo perfil para o professor na era digital
Comentários: Zinara Mistrello- 15/05/2007
A questão da utilização dos meios digitais está obscura no Brasil. O país ainda dá os primeiros passos na inclusão digital e a relação feita com o ensino não tem forma definida. A entrevista sugere a utilização da internet como um meio de reestruturar o método de ensino. Essa reestruturação não deve-se somente ao uso da internet em si,mas de uma mudança das relações entre as pessoas que estão envolvidas neste processo de aprendizagem. Com a ferramenta da navegação em rede, pode-se trabalhar de uma forma mais holística e completa , a evolução cognitiva do indivíduo. Este pode tornar-se capaz de relacionar melhor o conteúdo, fazendo conexões com o que ele vive diariamente e com o que ele aprende. É importante também fazer deste ambiente, um lugar cooperativo,onde o aluno se sinta à vontade, e tenha liberdade, podendo trabalhar suas idéias de uma forma mais ampla.
Existem muitos desafios a se enfrentar. A questão ética da internet;a forma de avaliação;a dificuldade sócio-econômica do país, intrinsecamente ligada a crise educacional. O importante é que o professor e as instituições educacionais,estejam abertos para as mudanças que a utilização da internet no processo de aprendizagem traz. Estas mudanças podem provocar grandes melhorias se conduzidas de uma forma objetiva e bem intencionada.
A educação à distância é um grande passo nesta jornada ,trazendo a nova perspectiva de encontrar conteúdos em rede. Pensamentos e idéias de alunos e professores, faz com que o processo seja dinâmico e multi-funcional. Mas também, é de suma importância, que haja contato e laços afetivos entre estes participantes. A distância se torna apenas nome, para esta modalidade de ensino quando há verdadeira integração e interesse entre os envolvidos.
COMENTÁRIOS BASEADOS NO TEXTO:
Cadê a certeza que estava aqui?
Gostaria de escrever tanto quanto a colega, embora concorde com tudo que ele disse não tenho o dom para a escrita, acredito sim que o professor esta desestimulado e que este fator tem muitos motivos, dentre eles a maneira como a sociedade vem tratando a questão do professor, muitas vezes somos diminuídos, nosso papel na sociedade é tão importante quanto o de qualquer outra profissão, cabe a nós não deixar que esta situação vire regra, devemos sempre procurar atualizações, buscar o conhecimento, aperfeiçoar nossas práticas em sala de aula, mostrar para nosso aluno que somos importantes e que ele é privilegiado por ter professores com toda esta bagagem de luta e que mesmo assim não deixa se abater, precisamos confiar em nós mesmos e só assim conquistaremos nosso merecido espaço. Nosso aluno assim como eu não está preparado para uso de toda a tecnologia que dispomos no momento, um exemplo disto é o fato de que eu nunca tinha acessado a internet e me vi quase pirando quando tive que começar, não estou craque, mas procuro melhorar minhas atuações, também tinha o pensamento de que "pra que tanta observação", era só dizer o que fazer, mas sabe que estou gostando destes desafios, agora reconheço que era muito tradicional e pior tinha medo de enfretar mudanças, mas o crescimento que procuro como pessoa e profissional vai exigir muita dedicação, estou encantada com minha profissão.
Marcia Kemele / 13 de maio de 2007
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Computador na escola: um brinquedo a mais?
Acho interessante a estrutura textual utilizada pelo autor para divulgar seus pensamentos. Resolvi fazer meu comentário também com tópicos.
Ø Não sendo uma solução milagrosa para os problemas, o computador afirma ainda mais a importância humana e afetiva do educador.
Ø Acredito que é preciso conhecer a tecnologia para ensinar, corre-se, do contrário, o risco de deixar um gosto amargo nos alunos quando forem saborear a novidade.
Ø A computação é um caminho para alcançar novas maneiras de resolver dúvidas, estabelecer hipóteses e solucionar conflitos (problematizações).
Ø Muitos professores pecam por odiar esta tecnologia porque não conhecem ou nunca tiveram acesso, mas como utiliza-lo com os alunos apresentando este bloqueio? A gente só cuida daquilo que ama e só ama aquilo que conhece.
Ø A importância da transdiciplinaridade e não só mais interdisciplinaridade como outrora já tivemos na educação também se encontra na computação. É possível e seria o correto trabalhar a organização dos conteúdos de forma holística observando todas as potencialidades que provém de um computador
Ø Perceber a importância da construção e elaboração minuciosa de trabalhos. Aquietar os corações aflitos dos alunos que voam na velocidade da globalização e esqueceram o quão cuidadoso deve ser realizado o processo de obtenção de fatos originais, nascidos de pesquisa e dedicação.
Ø Fazer-se entender através da simplicidade para atingir níveis mais complexos a cada etapa do processo, dando espaço para que o próprio aluno perceba que tudo pode ser melhor, mais prático ou mais bonito. Incitar a vontade de planejar o layout de sua própria aprendizagem.
Ø A realidade brasileira frente às questões da computação é muito triste e distante dos alunos. A grande maioria percebe-se como parte deste mundo apenas pelo conhecimento gerado na escola (quando a mesma possui uma sala com computadores). Ainda vivemos num país analfabeto eletronicamente onde os próprios professores precisam de capacitação para trabalhar nos laboratórios de informática, pois seus conhecimentos não atingem os objetivos que são propostos para desenvolver atividades com alunos.
Ø É muito comum perceber que dentro dos laboratórios de informática os professores planejam seus trabalhos a partir de sugestões dos professores em sala de aula, mas não há uma troca de informações entre os mesmos, apenas a sugestão de conteúdos a serem desenvolvidos.
Comentários:(Considerações em torno do ato de estudar;A escola do futuro;Computador na escola:um brinquedo a mais;Cadê a a certeza que estava aqui?) Textos da biblioteca.
Lendo os textos, cheguei a várias conclusões, que não sei se para os outros estarão corretas, mas que de acordo com a vivência que tenho me levam a confirmar muito do que li.
Em relação ao desencantamento de ser professor, sabemos de todos os motivos que nos levam a pensar em desistir ou desanimar, ma acredito que o que falta ao professor é realmente assumir a profissão como uma vocação. Se é o que realmente gosto, não existirá desencantamento.Existem situações frustrantes, casos difíceis, chocantes que vivemos em nosso dia-dia, mas devem sim, serem motivos de ânimo. O professor deve sempre buscar soluções e alternativas para qualificação do seu trabalho. Não quero tirar a culpa de quem tem e colocá-la nos ombros do professor, mas quero que não fiquemos parados esperando que o poder público tome para si a responsabilidade e o reconhecimento de quão importante é o professor e resolva todos os problemas causados por esta "negligência social".
De que maneira podemos reverter esta situação? Começando a pensar e estabelecer metas. Podemos aliar o conhecimento às técnicas novas que dia-dia estão ao nosso redor. Por que não ensinar usando o computador?E a internet? São ferramentas poderosas como aliadas se não forem usadas como uma disciplina a mais e sim incorporadas aos conteúdos que vemos diariamente.
Sabemos,pela experiência, que tudo que envolve o aprendizado de uma forma prazerosa, instigante, faz com que ele, não só permaneça, como frutifique.Devemos, então, deixar de encarar o laboratório de informática como um momento em que a criança tem para brincar e enxergá-lo como um aliado à aprendizagem de sala de aula, mas devemos tomar cuidado, o computador não pode ser visto como a única solução para as dificuldades encontradas entre alunos e professores, bem como não se pode mais deixar de ver que os alunos trazem uma linguagem informatizada e não podemos desprezá-la em aula.
Se começarmos a levar em conta estes e outros critérios estaremos começando a ir em direção ao "professor do futuro", aquele que transforma a sala de aula em um espaço comunicativo, formador de consciências e inteligências coletivas, uma vez que quando estamos "conectados" a rede faz com que meu pensamento, muitas vezes, mude, pois vou refletir, repensar em cima de opiniões alheias.
Concluo, escrevendo que, uma das maneiras de mudar o desencantamento do professor e do aluno é o estudo. Para chegarmos ao futuro, é preciso que cada vez mais descubramos que estudar é difícil, mas necessário, pois só assim teremos uma visão crítica.É encarar aquilo que estamos estudando com a mesma seriedade de quem escreveu e muito estudou e se dedicou ao que nos oferece, levando-nos à reflexão e desafiando-nos. Como nos fala brilhantemente Paulo Freire, "estudar não é um ato de consumir idéias, mas de criá-las e recriá-las." Utilizemos, então,o que temos ao nosso alcance!Carla Truda-13/05/2007
Carla, que autor? A biblioteca ofereceu vários!!
REFLEXÃO CIRCULAR REFLEXÃO
Artur Cristovão Madruga Martins
Algumas considerações são necessárias para podermos explicar ou expressar o que pensamos sobre determinados temas, assuntos, seja lá o que queiramos reunir para alcançarmos nossos objetivos. E, até neste intuito, falamos em excesso e ficamos girando feito água em redemoinho, antes de entrar no ralo. Será esta a nossa verdade diante dos nossos alunos? Ou a intranqüilidade diante do que supostamente seria verdade nos inquieta, diante da quebra de paradigmas?
Felizmente é assim, " a vida é a permanência do movimento, das trocas. Para vivermos precisamos trocar. O equilíbrio acontece com o movimento". Sejam quais forem estes movimentos, de desencantos ou de construções, ou mais otimistamente, de desencantos construtivos.
Se por um lado ser professor desencanta, exercer-se como professor apaixona. Se olhamos para trás e nos desencantamos com a visão trágica e caótica que paralisou professores, ao misturarem senso crítico com partidarismo político, interesses pessoais e arrogantes desvairios de poder, viramos o rosto para a frente e vemos o desafio que nos espera: a certeza de que a educação, que a escola continua sendo o único referencial que ficou de pé. Na capacidade que a escola tem de reconstruir valores, de reordenar, de se inovar, de propor o novo como alternativa de se fazer coletivamente, repousa a motivação. Esta, bravamente luta contra a inércia generalizada.
Esta nova escola deverá ser a "escola do conhecimento", capacitada a integrar, combinar e organizar as informações. Segundo Piaget, "nascemos com a capacidade de aprender e de descentrar". Então a escola deverá descentrar, movimentar as informações, ativar-se na ação para organizar o conhecimento. Tornar o trabalho algo lúdico para alunos e professores. "APRENDER A RE-ENCANTAR O CONHECIMENTO COMO ALGO EM MOVIMENTO, EM TRANSFORMAÇÃO, QUE PODE E DEVE SER QUESTIONADO". Explorar a vontade de saber, processo e não produto.
O uso do hipertexto - na internet, para desenvolver estruturas mentais capazes de fazer links, promover a própria autoria. Tornar o indivíduo autônomo, comandante do seu leme, que decide seu próprio percurso.
Neste caminho, a tecnologia e a informática,integrada e não isolada, poderá e deverá ser a grande ferramenta. Estudar, na nova escola, não será simplesmente consumir páginas e páginas de livros, segundo Paulo Freire, mas de criá-las e recriá-las.
Assim nós, professores, nos atualizaremos e nos reinventaremos, construindo coletivamente um novo aprendizado, para questioná-lo logo a seguir, quando novas dúvidas nos provocarem novas reflexões em sala de aula, apontadas, registradas, no processo histório dentro do qual somos atores e autores. Navegantes circulares de reflexões linkadas em hipertextos.
Dica: Quando citamos um autor, precisamos identificar a obra e a pg de onde tiramos a citação, ainda mais quando se trata de autores com muito mais que uma obra.
COMENTÁRIO
Desmotivação e desencantamento são palavras usuais em nossa profissão. As razões são as mais diversas: longas jornadas de trabalho, a falta de recursos básicos das escolas, espaços físicos inadequados, descaso das famílias, entre tantas outras. Ainda assim julgando que é preciso fazer mais e melhor, saímos em busca de novos conhecimentos e assumimos novas responsabilidades.
A tecnologia está aí, mas longe de estar disponível a todos. Utilizamos e-mail, nos comunicamos pelo skype, criamos blog, consultamos sites, é a nossa realidade. Mas há possibilidade de valermo-nos destes recursos na escola quando grande parte dos alunos, da rede estadual, pensa em um bom prato de comida, um agasalho e nas constantes agressões dos familiares? Não seria utópico demais?
Posso parecer pessimista, mas há anos ouvimos que a solução para nosso amado e valoroso país está na educação...e o que tem sido feito desde então?
Joci
E o que nós temos feito também? será que não há um jogo de empurra de responsabilidades? Não vejo assim, creio que nós professores, temos nos movido sempre em busca de novos conhecimentos e aprimoramento. Sei que conseguimos vencer obstáculos quando unimos forças. Lutamos por um ensino público de qualidade. Mas acabamos nos sobrecarregando: somos professoras, psicólogas, enfermeiras. Muitas vezes preciso limpar minha sala de aula para poder trabalhar. Há algum tempo recebemos computadores para organizarmos um laboratório de informática, não temos acesso a internet e o professor responsável por esta sala, não dispõe de horários disponíveis para atender a todas as turmas. Ouvi o relato, durante esta semana, do plano de desenvolvimento federal. Achei-o incrível e torço para que realmente aconteça. Mas torno a afirmar "é difícil motivar alunos que vem com fome para a escola, com suas famílias desajustadas, tendo que pensar em uma forma imediata de sobrevivência".
Joci 20/05/07
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Comentários a partir do texto:
A escola do futuro
O estudo deste texto confirmou muitas coisas em que eu já acreditava a respeito da utilização do computador no processo ensino-aprendizagem.
Professores despreparados que armam uma verdadeira guerra contra o avanço tecnológico; escolas com precariedade de material não dispondo de computadores nem para a parte administrativa da mesma; escolas com supostos ambientes informatizados que contam com professores despreparados e despreocupados no verdadeiro papel que podem desempenhar.
A descrição feita por Andrea Ramal em relação a aula do futuro é realmente genial, mas será uma possibilidade para curto ou médio prazo? Ou sonharemos estas modificações para daqui muito tempo? Tropeçamos com professores retrógrados a respeito de avaliação, metodologias e utilização de multimeios; como então sonharmos com uma nova era, bem estruturada, livre dos paradigmas e por que não, paradoxos de nossa educação atual. Globalização, transdisciplinaridade, multimeios, tecnologias... são tantas palavras perdidas que não conseguem ligar-se para estabelecer enfim a teia que mudará o caminho da educação mundial. Precisamos urgentemente de um novo paradigma, uma educação sistêmica que desestruturará definitivamente a vivência mecanicista das sociedades atuais.
Tatiani Roland / 14-05-2007
E quem tecerá essa rede?
Cada um de nós. A responsabilidade é nossa e não pode ser passada adiante. Não parece ser hipocrisia nos aperfeiçoarmos, estudarmos, formularmos hipóteses e criarmos pesquisas para guardar tudo em gavetas e não transformar teoria em prática?
Acredito que as dificuldades não podem ser empecilhos que justifiquem a falta de meios para uma possível formação desta "rede" que, sinceramente, não penso ser uma utopia.
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**Comentários a partir do texto:Considerações em torno do ato de estudar
Gostaria de iniciar meu comentário utilizando-me das seguintes palavras "Não se mede o estudo pelo número de páginas lidas numa noite ou pela quantidade de livros lidos num semestre". Por que esta frase não é uma realidade dentro das próprias faculdades? Questiono a partir da vivência que venho tendo há algum tempo com professores Doutores em educação que sopram aos quatro ventos a imensa quantidade de referências bibliográficas que são tidas como obrigatórias aos seus alunos para nem sequer serem questionadas, comentadas ou criticadas em grupo, em aula ou em intervalos de descanso. Ora, parece-me um tanto quanto inútil ‘embebedar’ os alunos nesta ‘água da sabedoria’ quando os mesmos apenas absorvem como esponjas e não transformam isto em algo espesso o suficiente para não perder-se em meio as novas informações. Ensinar a ler, criticar, mostrar o gosto e a fascinação pelo querer bem a leitura, isto para mim, deveria ser, "a priori", o objeto principal da educação. Temos grandes filósofos, cientistas, historiadores e em compensação, suas descobertas, muitas vezes, acabam consagradas e perpetuadas em páginas amarelas guardadas em estantes de grandes bibliotecas das universidades a disposição de alguém cuja tarefa é a de simplesmente ler (sabe-se lá de que forma e com que intensidade e amorosidade) os capítulos propostos.
E a tua vivência com teus alunos é diferente?
Tatiani Roland / 14-05-2007
Comentário sobre os textos
Professor : uma pessoa que além de estudar para se qualificar e se atualizar, precisa ter no coração a vontade de ensinar.
Estudar : utilizar a inteligência para aprender, observar, analisar e exercitar o aprendizado.
Ensinar : a ARTE de transmitir com amor um conhecimento.
Hoje em dia, nossos alunos são muito imediatistas, não se esforçam para ir além do que está à sua volta, querem respostas prontas, sem se dar ao trabalho de pensar. Nossa missão, frente à esse "Tudo Pronto" é de mostrar que estudar, criar e recriar ainda é fundamental para o desenvolvimento das capacidades intelectuais. Primeiro deveria haver uma reformulação de conteúdos e a inclusão de assuntos mais atualizados. Temos escolas que parece que pararam no tempo, conteúdos puros e aulas sem estímulo ou recursos diferentes. Um dos recursos modernos para uma ampliação de conhecimentos seria os computadores. Eles não são a salvação do ensino, mas devem ser encarados como aliados em que se pode explorar todos os recursos oferecidos, importantes para a formação e inclusão do aluno na atualidade Nossos alunos vem de casa com a informática já em desenvolvimento. O que devemos fazer é mostrar-lhes que toda esta tacnologia vai muito além de jogos virtuais, msn, orkut. É uma ferramenta para integração, interação e atualização com o mundo e a sociedade. Apesar de toda esta modernidade, precisamos também estimular o gosto e o prazer de ler, ler muito, não só acrescentando quantidade mas também qualidade do conteúdo. É claro que para toda esta idéia se tornar realmente ao alcance de todos, porque hoje é uma minoria que tem este acesso nas escolas, conforme a colega Joci colocou, precisamos do apoio dos órgãos competentes que nos subsidiam. Quero poder ver o mais rápido possível estas mudanças. Kathia Seib. 14/ 05/ 07
Queres ver ou queres participar na construção das mudanças? Se ensinar é a arte de transmitir porque os alunos não podem querer tudo pronto?
Minha vontade é ver e participar das mudanças relativas ao uso dos computadores, que sinto isto muito longe da maioria das escolas, pois é uma pequena parcela que tem este acesso. Quando me refiro aos alunos, penso que somos transmissores de conhecimento mas ao mesmo tempo devemos fazer com que eles pensem em respostas e não somente copiem sem nem saber do que se trata o assunto. Transmitir com mudanças e questionamentos.Kathia Seib. 21 / 05.
Reflexões sobre os textos
Barbara Carvalho Kosmaliski
É intrigante e ao mesmo tempo desconcertante esta idéia de que a máquina um dia substituirá o professor. Penso nas diversas formas de preguiça, pois, como sabemos, a preguiça é a mãe do progresso, se não fosse por ela, não teríamos sequer inventado a roda para nos locomovermos com maior agilidade e destreza. Sabemos que muitos alunos vão para a escola com outros interesses ( comer, regras de convivência, brincar, e até mesmo em busca de um sorriso). Como a máquina poderá interagir socialmente e afetivamente com educandos? Se para mim, que já sou adulta, sinto falta do olhar, do sorriso, da troca imediata( talvez seja cultural), imagina uma criança oriunda da classe baixa onde eles não almoçam para ter o que jantar. Também me pergunto por qual motivo estudamos filósofos, pensadores, do século passado e dentro de nossas bolsas há um celular que no mínimo tem alguns meses de uso. Acredito que a tecnologia deve vir sim ao nosso favor, mas não podemos tornarmos escravas dela!
Será que a máquina vai poder, algum dia, substituir o professor? A escola é melhor se alunos e professores forem mais afetivos? Imagina, então, as crianças que estudam coisas do século passado quando a AIDS, as células-tronco, a possibiliddae de viajar pela |internet, a conversa online com gente que não conhhecemos, o aquecimento global... estão na vida deles, mesmo que seja pobre ou miserável?
REFLEXÕES SOBRE OS TEXTOS LIDOS - 1
O texto “Cadê a certeza que estava aqui?” da Prof. Cleci Maraschin, nos reporta as velhas questões discutidas em salas de professores. Os problemas aventados como desmotivador do professor existem, eles estão aí, são latentes. Quem de nós tem estrutura para superar nossos problemas pessoais, ou seja quando chegar na sala de aula tirar o capote, do cansaço, da falta de dinheiro, do desencantamento, ou mesmo da bagagem psíquica que norteou nossa infância, nossa adolescência, deixar tudo isso na porta , e assumirmos o papel de professor ideal? Tenho claro que com o advento da tecnologia, as aulas se tornaram monótonas, chatas sim. Tenho questionado meus colegas, e sempre pergunto: Como era a educação no passado? Melhor? Pior? Chegamos à conclusão de que os mestres no passado, não tinham a concorrência da tv, do vídeo game, do MP3, e até mesmo das drogas que estão nos portões das escolas. Desde que a educação chegou em nosso país, o quadro e o giz( a velha lousa?) eram instrumentos únicos na educação, e hoje continuam sendo, e a dura realidade é que: em muitas escolas nem giz têm, o velho mimeógrafo? um luxo. Aí o Professor segue na sua mágica de fazer educação, não o professor da teoria, mas o da sala de aula.
Antônio/em 16/05/07
Será que precisamos ser professor ideal? Será que é necessário, possível e desejável anularmos nossa bagagem de vida para sermos professores? Será que as tecnologias em vez de serem vistas como concorrentes possam ser vistas como parceiras? Estamos nos preparando para qdo elas tiverem à disposição na escola? Quando escrevi o comentário quiz dizer que continuamos dando aula como antigamente, ( usando quadro negro e giz), isso também é uma autocrítica do meu próprio trabalho. Claro que a tecnologia é muito bem vinda, mas as escolas tem que tê-la, a maioria das escolas não têm. A minha crítica também remete, aos autores que projetam em seus textos as escolas ideais, formulam métodos, sem conhecer a realidade da sala de aula. ( Antonio em 19/05/2007)
Acredito na educação, sei que os professores estão desmotivados, desiludidos, mas encontramos em muitos ainda aquele brilho no olhar, do querer fazer, de não se justificar dizendo: é a crise social, política, cultural, não vale a pena, uma andorinha só não faz verão.
Acho que se cada um fizer a sua parte, aos poucos poderíamos mudar, não vamos ter tantos alunos, como costumo dizer, máquinas de xérox, nem homens altos de caráter baixo, a maior preocupação não seria a de ter casas maiores e famílias, correndo atrás de uma máquina de status.
Claro que isso seria um sonho, mas quem disse que os sonhos não podem se realizar?
Se todos os professores que amam o que fazem, só esses poderiam, começassem a fazer a sua parte, regando com cuidado a plantinha (alunos), no futuro teremos homens questionadores,avaliativos, de caráter, dando valor para o que realmemte tem valor, mas para isso precisamos ser professores não só na teoria e arcar também com a nossa parcela de responsabilidade e não jogar toda responsabilidade para a família, crise cultural,política e financeira. A caminhada é longa, mas precisamos começar, a educação também está fazendo a sua caminhada, para isso temos vários recursos que auxiliam o professor, como a tecnologia, a INTERNETE que usada de maneira correta e orientando os alunos é mais uma ferramenta para essa caminhada.
Denise Ribeiro Martins/19-05-07
REFLEXÕES -COMPUTADOR,UM BRINQUEDO A MAIS
Hosana Souza/20/05/07
Hoje,grande parte dos jovens,pode-se dizer a maioria, domina o computador.Os jovens dominam a máquina,porém, não se
dão por conta do poder de influência que essa ferramenta pode exercer em suas vidas.Analfabetos funciodigitais,
eu os chamaria.
Alguns pontos levaram-me a concluir que o computador pode ser um brinquedo a mais,sim.O problema é quando
constantemente há uma falta de objetividade em seu manuseio e a consciência de almejar o direcionamento
da capacidade do aluno à criticidade.Vemos salas de vídeo sendo usadas somente para matar o tempo;
aulas de educação física em que colegas dão uma bola para meninos,corda para as meninas e
permanecem sentados como mero espectadores;sem dizer na
alfabetização,em que se tornam alfabetizados,mas não letrados.Alfabetizar envolve tudo,pois tudo está contextualiza-
do.Se em muitas facetas do cotidiano escolar, recursos são banalizados,por que seria diferente com ocomputador?
É importante lembrar da velha frase que uma mentira repetida cem vezes,torna-se uma verdade,e sem um trabalho crítico
deixamos nossos alunos expostos ao vasto arsenal de informações até certo ponto questionáveis.E os trabalhos?!Tira desse ou
daquele site,recorta,cola,imprime,entrega ao professor.As fontes de informação são confiáveis?O aluno que realizou esse trabalho,
tornou-se capaz de ser um agente modificador/transformador do meio em que está inserido?
Devemos assumir nossa parcela de responsabilidade com relação à praxis,conscientes de que nenhum recurso colocado à
disposição do nosso aluno é tão rico e poderoso quanto este:o educador.
Márcia Regina - 20/05/07
COMPUTADOR NA ESCOLA: UM BRINQUEDO A MAIS?
O autor chama a atenção para o uso educacional de computadores e softweres. Ele ressalta a importância de utilizarmos os meios informacionais de maneira inteligente e integrada, como ferramentas auxiliares na construção do processo ensino/aprendizagem.
Concordo com a visão do autor. Muitas vezes nos preocupamos com a estética ou com a precisão de um determinado sistema, mas acabamos nos esquecendo da real funcionalidade deste para os nossos estudantes. Ou ainda, não empregamos o uso da máquina de maneira interdisciplinar, o que acaba tornando-se um entrave para a otimização dos resultados obtidos na produção de conhecimento.
Márcia Regina - 20/05/07
CONSIDERAÇÕES EM TORNO DO ATO DE ESTUDAR
“Estudar não é um ato de consumir idéias, mas de criá-las e recriá-las.” Penso que com esta frase-chave Freire resumiu o foco central de sua fala.
Freire nos mostra que estudar é algo maior do que absorver idéas e ideologias de forma passiva e regurgitá-las posteriormente. Ele sugere que o sujeito leitor mantenha uma postura crítica perante o que lê, que sinta-se inquieto diante do que é posto e sinta-se, também, mobilizado a buscar uma melhor compreensão daquilo que interpreta.
Márcia Regina -20/05/07
CADÊ A CERTEZA QUE ESTAVA AQUI?
A autora faz uma reflexão acerca de como os educadores atuais percebem a construção do conhecimento e de como manejam com as informações de massa. Ela tenta buscar respostas à falta de motivação para com o ato de ensinar.
Ao concluir a leitura desse material, me pareceu que a autora atribuiu a desmotivação ao fato de alguns educadores ainda não saberem lidar com as novas tecnologias e percebê-las como concorrentes desleais.
E, ainda há o fator “tradição” no ato de ensinar. Os educadores mais reacionários posicionam-se num patamar acima dos estudantes, considerados reles sujeitos receptores, e acabam lançando mão de meras informações desagregadas da formação/construção de um saber mais crítico.
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Aluna: Jaqueline A Ferreira
Data: 21/05/2007
Texto : Considerações em torno do ato de estudar.
Comentário:
O ato de estudar é despertado através de boas leituras,de textos bem escritos que despertam em nós um desejo de aprofundar nossos conhecimentos,dando-nos ânimo para alcançar os desafios lançados pelos mesmos.
Não adianta apenas pegarmos um livro para ler (estudar) se o conteúdo não ficar registrado provocando nossa postura crítica diante do que lemos e a relação com o nosso mundo exterior.
Se esta relação leitura X texto não atingir o leitor de tal forma a mudar sua postura diante do ato de estudar,a leitura será mecânica,de memorização e não de compreensão.
Muitas vezes temos dificuldade em entender o que o autor nos escreve,pois ele escreve através de sua visão de mundo,diferente dos nossos conhecimentos sobre os fatos. Isso não torna o leitor inferior ao autor,apenas mostra que devemos reconhecer e buscar instrumentos para esta compreensão.
Uma leitura de qualidade não é medida pela quantidade de livros ou páginas que se lê,mas pela qualidade da leitura feita onde haja a interação do leitor com o autor.
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kátia,
não pude deixar de comentar teu texto , pois quando o li , percebi que posso fazer minhas as tuas palavras. Penso da mesma forma , nossos alunos esperam tudo pronto , não têm o hábito de raciocínio individual , de pensar , refletir , opinar. Esperam que 'mastiguemos' as informações e passemos pra eles tudo prontinho , explicado, pensado e concluído! Talvez seja mesmo por falta de interesse nos assuntos propostos(ultrapassado) , pela falta de atividades dirigidas específicamente a eles , sua faixa etária , seus interesses atuais.Com a inserção de computadores pessoais nas escolas , como está sendo feito na escola Luciana de Abreu , num projeto piloto de lap tops individuais pra cada aluno, talvez esta realidade mude , pois poderá ser dirigido o aprendizado ao interesse individual do aluno , o que contribuirá , eu acredito , até mesmo para combater a evasão. Contudo , isto cairá por terra se não houver um trabalho direcionado aos professores , para que eles saibam usar e conviver em harmonia com a informatização. Já ouvi de colegas o seguinte comentário: "Pra que isso , se colocarem mesmo os computadores eles(alunos) vão achar que sabem mais que nós , aí sim!"
Entra então o apoio de órgãos competentes que tão bem citaste em teu comentário.
Magali Brewda D'Avila
CADÊ A CERTEZA QUE ESTAVA AQUI?
COMENTÁRIOS SOBRE O TEXTO:
O que,por que e como ensinar?Estas são questões que estão presentes no dia a dia de todo professor que tem consciência do seu papel e da responsabilidade perante seus alunos.Saber ensinar e atingir de uma forma construtiva a vida e o futuro de seus alunos,requer encantamento,envolvimento e comprometimento.
E nos últimos anos o que mais temos visto,são professores desencantados e desmotivados com a forma como encontra-se o ensino e a educação.Fatores como,falta de investimentos,precária
situação de algumas escolas públicas,falta de infra-estrutura
aliados aos baixos salários,despreparo e pouca qualificação
de alguns professores para lidar com situações de desestrutura-
ções familiares ,inclusão e problemas sociais,bem como,a falta de reconhecimento social como sendo um profissional crucial para o desenvolvimento do nosso país.
Talvez,se houver uma reestruturação do ensino atual;deixando de ser uma escola da informação,para ser uma escola da busca e satisfação do conhecimento,utilizando,com sabedoria,as novas tecnologias disponíveis,e procurando acompanhar as mudanças constantes de nossa sociedade,nós poderemos solucionar estes problemas sociais e formar cidadãos conscientes para um futuro melhor.
Chamla Khalek 30/05/07
Falar em utilização dos meios digitais na educação brasileira é um pouco difícil, pois recém são dados os primeiros passos para esse caminho. Na maioria das escolas públicas, por exemplo, não há professores para trabalharem nos laboratórios de informática que acabam ficando fechados sem utilização e sucateados.
Para a autora, deve haver uma formação adequada de professores aptos ao trabalho com as diversas tecnologias. Deve-se mudar até mesmo o currículo na formação de educadores que estão sendo formados para dar aula onde somente há a transmissão de conteúdos e não capacitados para o trabalho e o ensino com as diversas tecnologias. Ainda hoje os cursos de habilitação de professores trabalham com ensino tradicional, as futuras professoras já saem das salas de aula para as escolas com a mentalidade tradicional de fazer sempre a mesma coisa que era feita a anos atrás.
Segundo a autora: «...Muitos questionam se o professor será substituído por recursos tecnológicos.»
Essa preocupação só deve ocorrer na mentalidade de professores que não estão interessados no aperfeiçoamento e na inclusão digital em suas vidas, pois uma máquina não substitui o aconchego de um ser humano e a explicação do que um aluno não consegue assimilar. Um bom exemplo disso, é o curso à distância ao qual fazemos parte, utilizamos a todo o momento os computadores e a internet, mas em determinados momentos são necessárias intervenções diretas com os professores das interdisciplinas.
Aluna: Ana Paula Plínio da Conceição
Data: 08/6/2007
Cadê a certeza que estava aqui?
O texto é a reflexão sobre a velocidade da necessidade do consumo. São tempos de coisas rápidas, de ídolos e sucessos passageiros e de sentimentos momentâneos.A escola de acordocom esse momento oferece tudo pronto e rápido com informações e conhecimento confusos. Dessa forma, estudantes das diversas entidades de graduação saem dos cursos sem condições de atuarem no mercado de trabalho.
Com isso, a escola deve ser um lugar onde o conhecimento é refletido e não apenas passado dos professores para os alunos. O conhecimento deve ser construido, pois o que já vem pronto não leva o aluno a refletir a criar algo novo a aprender.
Aluna: Ana Paula Plinio da Conceição
Data: 08/6/2007
TEXTO : Computador na escola : um brinquedo a mais?
COMENTÁRIO : Elisabete Moraitis
DATA : 09/06/2007
Quando pensava sobre o computador a dois meses atrás ele se limitava ao uso de conferência de saldos bancários, verificação da meteriologia, big brother brasil 7, sites de games para o meu filho. Quando passei a ser aluna de um curso universitário onde a principal ferramenta de comunicação é o computador esse entendimento mudou. Percebo que a utilização do mesmo tem sido bem orintada pelos professores e tutores, por parte dos alunos é questão de pouco tempo para termos a devida apropriação. Enquanto professora de uma escola sem laboratório de informática posso pouco falar de uma prática que desconheço. Posso pressumir que é uma ferramenta muito a ser explorada por professores e alunos. A adoção desse recurso na prática pedagógica deve respeitar toda uma organização metodológica interdisciplinar onde o professor acima de tudo deve estar atento aos objetivos propostos e ao avanço "além de fronteiras" que seus alunos podem alcançar e saber explorá-los de forma desafiadora e inteligente.
TEXTO : Considerações em torno do ato de estudar
COMENTÁRIO : Elisabete Moraitis
DATA : 09/06/2007
Comentar sobre um texto escrito por Paulo Freire é muito fácil e ao mesmo tempo difícil. Ele consegue com muita facilidade e clareza expressar suas idéias. Cada vez que lemos um texto devemos levar em consideração o contexto em que foi escrito para melhor analisar as idéias que este quer passar. A leitura de um texto é fácil, a sua compreensão é outra etapa, saber fazer a crítica sobre o mesmo traz grande comprometimento. Estudar deve ser um ato de desejo e de apropriação de novos conhecimentos tornado o sujeito que estuda capaz de alterar a sua história e do mundo que o cerca.
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